Por Renê Belmonte
Uma das discussões mais frequentes e sem fim no meio cinematográfico e seus derivados é a resposta à questão: quem é o autor do filme, o diretor ou o roteirista?
O diretor defende que é ele quem dá o conjunto da obra, quem transforma as páginas na obra viva, em movimento. O roteirista contrapõe dizendo que tudo começa com ele, mesmo que seja uma idéia encomendada, mesmo que a própria trama já exista, é ele quem primeiro visualiza a história a ser contada, são deles as cenas, os personagens, a maneira como cada um fala, a disposição dos acontecimentos, enfim, o que diferencia um filme de literatura ou qualquer outra forma narrativa.
Para complicar, há quem defenda ainda que o verdadeiro autor é o montador, afinal – e quem já acompanhou a edição de um filme sabe a extensão disso – é na ilha de edição que a história efetivamente toma forma, às vezes de forma radicalmente diferente do que havia sido concebido pelo roteirista e pelo diretor.
Por bem ou por mal, é essa a versão que vale, a que fica. Uma boa montagem revoluciona o trabalho dos outros dois, apura ou mesmo modifica por completo uma atuação, a disposição das cenas, o ritmo do filme em si.
Há ainda quem defenda que todos são autores – afinal, o cinema é uma arte colaborativa, depende do resultado do trabalho não apenas do roteirista, do diretor, do montador, mas também do fotógrafo, do músico, elenco... todos aqueles chamados de “acima da linha”, essas pessoas que desempenham um papel mais do que técnico, mas efetivamente pessoal.
E por que não o continuísta, o técnico de som, o assistente de direção, o eletricista? Não desempenham, também, papéis essenciais na confecção da obra? Afinal, de quem é o filme?
E o que isso tem a ver com a feijoada do título?
A feijoada – e o porco – são uma pequena tentativa de colocar em perspectiva o papel do roteirista na realização de um filme. É bastante simples: o filme é a feijoada. O roteiro é o porco.
Como todos já devem ter tido a oportunidade de testemunhar, um porco e uma feijoada são duas coisas bem diferentes. Assim como o roteiro e o filme: o segundo é uma obra audiovisual, tridimensional, dinâmica.
Um roteiro é, antes de mais nada, uma peça literária. Serve apenas para ser lido, e por poucas pessoas: o diretor, o elenco, os produtores, enfim, toda a equipe que realiza um filme.
Ainda assim, o porco é o principal ingrediente da feijoada. Sem porco, não há feijoada. Novamente, o mesmo se aplica em cinema: sem um roteiro, não há filme. Pode-se substituir um ingrediente ou outro, pode-se abrir mão de um tempero ou de algum complemento, mas experimente tirar o porco da receita.
Os engraçadinhos podem dizer que é possível fazer uma feijoada vegetariana, mas cá entre nós, não é a mesma coisa. É outro prato, apenas com o mesmo nome.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Storyboard: A "HQ do Cinema"
A técnica de desenhar as cenas de um filme, antes delas serem rodadas, ainda se mostra uma verdadeira aliada dos diretores na hora de materializar suas idéias
- Karina Gouvêa
Apesar da semelhança de linguagem e recursos gráficos das histórias em quadrinhos, o storyboard é uma etapa que serve de ferramenta para o cineasta na hora de realizar um filme. Na verdade, existe o storyboard que acompanha toda a produção, mais propriamente chamado de shooting board, e o storyboard utilizado na fase de criação e “venda” de um roteiro para os responsáveis pela aprovação e liberação das verbas.
Para os cineastas, o storyboard auxilia na visualização da estrutura do filme, na seqüência dos planos, nos ângulos das câmeras, no ritmo do filme, nas expressões e ações dos personagens, dando uma noção melhor de como ficará o resultado final de sua obra. Sergei M. Eisenstein (O Encouraçado Potemkin), Federico Fellini (Amarcord) e Akira Kurosawa (Os Sete Samurais) desenhavam os próprios storyboards – uma raridade no meio cinematográfico. Fellini costumava fazer seus esboços em guardanapos de restaurantes romanos, retratando situações a sua volta ou caricaturas. Já o japonês Akira Kurosawa preferia visualizar seu filme em storyboards em tamanho real, pintando aquarelas gigantescas, em escala natural. Em relação ao storyboard de seu filme Ran – o cineasta demorou dez anos para fazer o desenho de todas as cenas -, Kurosawa teria dito que se tratava de um “ensaio geral”. Algumas dessas raridades estão expostas em galerias de arte como verdadeiras obras-primas.
FILMANDO COM STORYBOARDS
O storyboard serve de planejamento visual das cenas a serem filmadas. É um esboço do que o filme será e o que se espera dos integrantes da equipe em cada cena. Não precisa ser tão perfeccionista como o de Kurosawa. Pode ser simples como alguns esboços rápidos em um bloco de papel – como Alfred Hitchcok fazia poucos minutos antes de filmar uma cena. A finalidade principal é organizar pensamentos e idéias, representando-os de uma maneira que a equipe saiba o que o diretor quer dela.
Segundo o designer gráfico Toni Rhoden, para se fazer um storyboard não basta apenas saber desenhar ou ter um roteiro em mãos. “O desenhista precisa conhecer área de enquadramento, profundidade, perspectiva, eixo de câmera, movimentos dela (carrinho, pan, tilt, steadycam...). Não é necessário acrescentar muitos detalhes, tipo ‘a cor da meia do mendigo’, pois para isso existe a função de figurino e/ou cenário. O storyboard, basicamente, confere um dinamismo e praticidade para o set de filmagem, pois o diretor, fotógrafo, operador e ator (principalmente estes) têm uma noção única de como aquela seqüência será. Isso evita uma perda de tempo desnecessária, explicando para o ator onde ele vai se posicionar e onde a câmera deve estar. Infelizmente, no Brasil, a prática do storyboard não é levada a sério, enquanto que, na indústria americana, o desenhista tem uma participação importante no desenvolvimento da produção. James Cameron tem até seu próprio desenhista, Jeffrey Lynch. Em alguns casos, é o próprio storyboarder quem define a posição da câmera e da iluminação em determinados planos.”
“Obviamente, storyboard é muito mais do que isso e a prática leva o desenhista a conhecer muitos outros detalhes importantes”, explica Rhoden. “Para marinheiros de primeira viagem, basta as noções que eu sugeri acima e ter a humildade de perguntar ao diretor sempre que surgir uma dúvida. Outra dica é construir uma ‘janela’ de papelão, com o enquadramento do trabalho final, ou seja, se for para vídeo, cinema, cinemascope, etc. Isso ajuda muito na hora de desenhar. Ter em mãos um boneco articulado também.”
Se para alguns o storyboard é um aliado na hora das filmagens, para outros é completamente descartável. Veja que curioso: o diretor e roteirista Karim Aïnouz, de Madame Satã, fez um minucioso storyboard do longa, mas no primeiro dia de filmagem não o achou. Acabou filmando assim mesmo. No segundo dia, seguiu o storyboard e as seqüências não foram utilizadas no filme. A partir do terceiro dia, não o usou mais.
Seja lá como for, o fato é que, mesmo com toda a tecnologia atual, o uso do storyboard tem se mostrado de grande ajuda. A equipe de Marcelo Siqueira, supervisor de efeitos digitais da TeleImage, responsável pelo filme Ilha Rá-Tim-Bum em O Martelo de Vulcano, reuniu-se com a diretora Eliana Fonseca e os roteiristas Flávio de Souza e Roberto D’Avilac quando ainda estavam sendo feitos o roteiro e o storyboard para ver a viabilidade dos efeitos que seriam criados para o filme. Baseado no roteiro, Siqueira desenhava os efeitos no próprio storyboard, que era fielmente seguido na filmagem em estúdio em sistema digital de alta definição e depois transferido para película 35 mm.
Como se pode ver, usar ou não o storyboard não é uma questão de escolha e sim de bom senso. Mais do que as idéias visualizadas num pedaço de papel, ele possibilita filmar aquilo que realmente interessa, segundo a ordem mais prática e não a ordem natural do filme – pode-se filmar todas as cenas que utilizarão um determinado cenário sem se preocupar com a ordem em que elas aparecerão -, o que significa economia de recursos e tempo. Algo extremamente importante quando o assunto é cinema.
CURSOS DE STORYBOARD
- Daller Escola de Cinema
Rua Bahia, 652 - Centro - Belo Horizonte - MG
Tel.: (31) 3222-1304
- Miami Ad School/ESPM
Rua Natingui, 1.487 - Alto de Pinheiros - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3814-4590
info@masespm.com.br
Paulista Cultural
Av. Paulista, 2.518, cj. 51 - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3257-4472
paulista@paulistacultural.com.br
Você pode encontrar dicas de como fazer um storyboard no site da Funarte.
- Karina Gouvêa
Apesar da semelhança de linguagem e recursos gráficos das histórias em quadrinhos, o storyboard é uma etapa que serve de ferramenta para o cineasta na hora de realizar um filme. Na verdade, existe o storyboard que acompanha toda a produção, mais propriamente chamado de shooting board, e o storyboard utilizado na fase de criação e “venda” de um roteiro para os responsáveis pela aprovação e liberação das verbas.
Para os cineastas, o storyboard auxilia na visualização da estrutura do filme, na seqüência dos planos, nos ângulos das câmeras, no ritmo do filme, nas expressões e ações dos personagens, dando uma noção melhor de como ficará o resultado final de sua obra. Sergei M. Eisenstein (O Encouraçado Potemkin), Federico Fellini (Amarcord) e Akira Kurosawa (Os Sete Samurais) desenhavam os próprios storyboards – uma raridade no meio cinematográfico. Fellini costumava fazer seus esboços em guardanapos de restaurantes romanos, retratando situações a sua volta ou caricaturas. Já o japonês Akira Kurosawa preferia visualizar seu filme em storyboards em tamanho real, pintando aquarelas gigantescas, em escala natural. Em relação ao storyboard de seu filme Ran – o cineasta demorou dez anos para fazer o desenho de todas as cenas -, Kurosawa teria dito que se tratava de um “ensaio geral”. Algumas dessas raridades estão expostas em galerias de arte como verdadeiras obras-primas.
FILMANDO COM STORYBOARDS
O storyboard serve de planejamento visual das cenas a serem filmadas. É um esboço do que o filme será e o que se espera dos integrantes da equipe em cada cena. Não precisa ser tão perfeccionista como o de Kurosawa. Pode ser simples como alguns esboços rápidos em um bloco de papel – como Alfred Hitchcok fazia poucos minutos antes de filmar uma cena. A finalidade principal é organizar pensamentos e idéias, representando-os de uma maneira que a equipe saiba o que o diretor quer dela.
Segundo o designer gráfico Toni Rhoden, para se fazer um storyboard não basta apenas saber desenhar ou ter um roteiro em mãos. “O desenhista precisa conhecer área de enquadramento, profundidade, perspectiva, eixo de câmera, movimentos dela (carrinho, pan, tilt, steadycam...). Não é necessário acrescentar muitos detalhes, tipo ‘a cor da meia do mendigo’, pois para isso existe a função de figurino e/ou cenário. O storyboard, basicamente, confere um dinamismo e praticidade para o set de filmagem, pois o diretor, fotógrafo, operador e ator (principalmente estes) têm uma noção única de como aquela seqüência será. Isso evita uma perda de tempo desnecessária, explicando para o ator onde ele vai se posicionar e onde a câmera deve estar. Infelizmente, no Brasil, a prática do storyboard não é levada a sério, enquanto que, na indústria americana, o desenhista tem uma participação importante no desenvolvimento da produção. James Cameron tem até seu próprio desenhista, Jeffrey Lynch. Em alguns casos, é o próprio storyboarder quem define a posição da câmera e da iluminação em determinados planos.”
“Obviamente, storyboard é muito mais do que isso e a prática leva o desenhista a conhecer muitos outros detalhes importantes”, explica Rhoden. “Para marinheiros de primeira viagem, basta as noções que eu sugeri acima e ter a humildade de perguntar ao diretor sempre que surgir uma dúvida. Outra dica é construir uma ‘janela’ de papelão, com o enquadramento do trabalho final, ou seja, se for para vídeo, cinema, cinemascope, etc. Isso ajuda muito na hora de desenhar. Ter em mãos um boneco articulado também.”
Se para alguns o storyboard é um aliado na hora das filmagens, para outros é completamente descartável. Veja que curioso: o diretor e roteirista Karim Aïnouz, de Madame Satã, fez um minucioso storyboard do longa, mas no primeiro dia de filmagem não o achou. Acabou filmando assim mesmo. No segundo dia, seguiu o storyboard e as seqüências não foram utilizadas no filme. A partir do terceiro dia, não o usou mais.
Seja lá como for, o fato é que, mesmo com toda a tecnologia atual, o uso do storyboard tem se mostrado de grande ajuda. A equipe de Marcelo Siqueira, supervisor de efeitos digitais da TeleImage, responsável pelo filme Ilha Rá-Tim-Bum em O Martelo de Vulcano, reuniu-se com a diretora Eliana Fonseca e os roteiristas Flávio de Souza e Roberto D’Avilac quando ainda estavam sendo feitos o roteiro e o storyboard para ver a viabilidade dos efeitos que seriam criados para o filme. Baseado no roteiro, Siqueira desenhava os efeitos no próprio storyboard, que era fielmente seguido na filmagem em estúdio em sistema digital de alta definição e depois transferido para película 35 mm.
Como se pode ver, usar ou não o storyboard não é uma questão de escolha e sim de bom senso. Mais do que as idéias visualizadas num pedaço de papel, ele possibilita filmar aquilo que realmente interessa, segundo a ordem mais prática e não a ordem natural do filme – pode-se filmar todas as cenas que utilizarão um determinado cenário sem se preocupar com a ordem em que elas aparecerão -, o que significa economia de recursos e tempo. Algo extremamente importante quando o assunto é cinema.
CURSOS DE STORYBOARD
- Daller Escola de Cinema
Rua Bahia, 652 - Centro - Belo Horizonte - MG
Tel.: (31) 3222-1304
- Miami Ad School/ESPM
Rua Natingui, 1.487 - Alto de Pinheiros - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3814-4590
info@masespm.com.br
Paulista Cultural
Av. Paulista, 2.518, cj. 51 - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3257-4472
paulista@paulistacultural.com.br
Você pode encontrar dicas de como fazer um storyboard no site da Funarte.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
A CANÇÃO DE MARIA: Primeiro Teaser liberado
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
APENAS O FIM: longa brasileiro independente
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Assista ao trailer e veja imagens do promissor Apenas o Fim
Longa nacional traça um retrato da geração crescida nos anos 90
Em cartaz no Festival do Rio e já selecionado para a Mostra de São Paulo, Apenas o Fim é um projeto nacional muito promissor.
Escrito e dirigido por Matheus Souza, Apenas o Fim é um projeto de alunos do curso de cinema da PUC-Rio. Inteiramente gravado em HD (alta definição) e recheado de referências pop, é também o primeiro longa-metragem criado por lá.
A sinopse oficial: "Garota decide abandonar o namorado e fugir para lugar desconhecido. Antes de partir, ela decide encontrá-lo, mas eles têm apenas uma hora para fazer um balanço bem humorado de suas vidas. O roteiro traça um retrato da geração crescida nos anos 90, bombardeada por influências da cultura pop e avanços tecnológicos. É um filme com temática jovem, executado por jovens e representado por atores da nova geração do teatro e do cinema".
No elenco estão Érika Mader e Gregório Duvivier, ao lado de Marcelo Adnet, Natália Dill, Álamo Faço, Anna Sophia Floch e Julia Gorman.
Confira a galeria de imagens e o simpático trailer. E se perder a produção das duas maiores mostras brasileiras, não se preocupe - Apenas o Fim já conseguiu distribuição. A Estação lançará o longa em data ainda a ser determinada.
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Trailer Oficial (HD)
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Descrição de Profissionais de Cinema
Aderecista Monta, transforma ou duplica, utilizando-se de técnicas artesanais, objetos cinematográficos e de indumentária, segundo orientação do cenógrafo e/ou figurinista.
Animador Executa a visualização do roteiro, modelos dos personagens e os lay outs de cena, conforme orientação do Diretor de Animação.
Arquivista de Filmes Organiza, controla e mantém sob sua guarda filmes e material publicitário em arquivos apropriados; avalia e relata o estado do material publicitário em arquivos apropriados; avalia e relata o estado do material, coordenando os trabalhos de revisão e reparos das cópias, quando possível ou necessário, com o auxílio do Revisor.
Assistente de Animação Transfere para o acetato os lay outs do Animador e do Assistente de Animador.
Assistente de Animador Completa o planejamento de Animador intercalando os desenhos; faz pequenas animações.
Assitente de Câmera de Cinema Assiste o Operador de Câmera e o Diretor de Fotografia; monta e desmonta a câmera de cinema e seus acessórios; zela pelo bom estado deste equipamento, carrega e descarrega chassis, opera o foco, a zoom e o diafragma, redige os boletins de câmera, prepara o material a ser encaminhado ao laboratório, realiza os testes de verificação de equipamento.
Assitente de Cenografia Assiste o Cenógrafo em suas atribuições; coleta dados e realiza pesquisas relacionadas com o projeto cenográfico.
Assistente de Diretor Cinematográfico Assiste o Diretor Cinematográfico em suas atividades, desde a preparação da produção até o término das filmagens; coordena as comunicações entre o Diretor de Produção Cinematográfico e o conjunto da equipe e do elenco; colabora na análise técnica do roteiro, do plano e da programação diária de filmagens ou ordem do dia; supervisiona o recebimento e distribuição dos elementos requisitados na ordem do dia; coordena e dinamiza as atividades, visando o cumprimento da programação estabelecida.
Assistente de Montador Cinematográfico Encarrega-se da cordenação, classificação e sincronização do som e imagem do copião; executa os cortes indicados pelo Montador Cinematográfico; classifica e ordena as sobras de som e imagem; sincroniza as diversas pistas componentes da trilha sonora do filme.
Assistente de Montador de Negativo Assiste o Montador de Negativo em suas atribuições; prepara o material e equipamento a ser utilizado; acondiciona as sobras de material.
Assistente de Operador de Câmera de Animação Assiste o Operador de Câmera no processo de filmagens de animação.
Assitente de Produtor Cinematográfico Assiste o Diretor de Produção Cinematográfica no desempenho de suas funções.
Assitente de Revisor e Limpador Encarrega-se da revisão e limpeza de películas e fitas magnéticas.
Assistente de Trucador Assiste o Trucador Cinematográfico em suas atribuições.
Ator Cria, interpreta e representa uma ação dramática baseando-se em textos, estímulos visuais, sonoros e outros, previamente concebidos por um autor ou criados através de improvisações individuais ou coletivas; utiliza-se de recursos vocais, corporais e emocionais, apreendidos ou intuídos, com o objetivo de transmitir ao espectador o conjunto de idéias e ações dramáticas propostas; pode utilizar-se de recursos técnicos para manipular bonecos, títeres e congêneres; pode interpretar sobre a imagem ou a voz de outrem; ensaia buscando aliar a sua criatividade à do Diretor; atua em locais onde apresentam espetáculos de diversões públicas e/ou nos demais veículos de comunicação.
Auxiliar de Iluminador Presta auxílio direto ao Iluminador na operação dos sistemas de luz, transporte e montagem dos equipamentos. Cuida da limpeza e conservação dos equipamentos, materiais e instrumentos indispensáveis ao desempenho da função.
Auxiliar de Tráfego Encarrega-se do encaminhamento dos filmes aos seus devidos setores.
Carpinteiro Prepara material em madeira para cenografia e outras destinações.
Cenarista de Animação Executa os cenários necessários para cada plano, cena e seqüência da animação conforme os lay outs de cena e orietação do Chefe de Arte e do Diretor de Animação.
Cenógrafo Cria, projeta e supervisiona, de acordo com o espírito da obra, a realização, e montagem da todas as ambientações e espaços necessários à cena; determina os materiais necessários; dirige a preparação, montagem e remontagem das diversas unidades de trabalho. Nos filmes de longa metragem exerce, ainda, as funções de Diretor de Arte.
Cenotécnico Planeja, coordena, constrói, adapta e executa todos os detalhes de material, serviços e montagens do cenários, segundo maquetes, croquis e plantas fornecidas pelo Cenógrafo.
Chefe de Arte de Animação Coordena o trabalho dos Coloristas e da copiadora eletrostática.
Colador-Marcador de Sincronismo Tira as pontas de sincronismo, ao mesmo tempo em que faz a marca do ponto sincrônico do anel anterior, colocando, por meio de emendas, o rolo de filme e de magnético em seu estado original.
Colorista de Animação Colore os desenhos impressos no acetato sob a supervisão do Chefe de Arte.
Conferente de Animação Confere o trabalho dos Coloristas; auxilia na filmagem; cuida do mapa de animação e dá ordem dos desenhos e cenários, separando-os por planos e cenas.
Continuísta de Cinema Assiste o Diretor Cinematográfico no que se refere ao encandeamento e continuidade da narrativa, cenários, figurinos, adereços, maquilagem, penteados, luz, ambiente, profundidade de campo, altura e distância da câmera; elabora boletins de continuidade e controla os de som e de câmera; anota diálogos, ações, minutagens, dados de câmera e horário das tomadas; prepara a claquete; informa a produção dos gastos diários de negativo e fita magnética.
Contra-Regra de Cena Encarrega-se da guarda, conservação e colocação dos objetos de cena sob orientação do Cenógrafo.
Cortador-Colador de Anéis Corta os trechos marcados do copião ou cópia do trabalho seguindo a numeração feita pelo Marcador de Anéis.
Diretor de Animação Cria o planejamento de animação do filme, os lay outs de cena, guias de animação, movimentos de câmera; supervisiona o processo de produção, inclusive trilha sonora; é o responsável pela qualidade do filme.
Diretor de Arte Cria, conceitua, planeja e supervisona a produção de todos os componentes visuais de um filme ou espetáculo; traduz em formas concretas as relações dramáticas imaginadas pelo Diretor Cinematográfico e sugeridas pelo roteiro; define a construção plástico-emocional de cada cena e de cada personagem dentro do contexto geral do espetáculo; verifica e elege as locações; as texturas, a cor e os efeitos visuais desejados, junto ao Diretor Cinematográfico e ao Diretor de Fotografia; define e conceitua o espetáculo estabelecendo as bases sob as quais trabalharão o Cenógrafo, o Figurinista, o Maquiador, o Técnico em Efeitos Especiais Cênicos, os gráficos e os demais profissionais necessários supervisionando-os durante as diversas fases de desenvolvimento do projeto.
Diretor de Arte de Animação Responsável pelo visual gráfico dos filmes de animação; cria os personagens e os cenários do filme.
Diretor Cinematográfico Cria a obra cinematográfica, supervisionando e dirigindo sua execução, utilizando recursos humanos , técnicos e artísticos; dirige artisticamente e técnicamente a equipe e elenco; analisa e interpreta o roteiro do filme, adequando-o à realização cinematográfica sob o ponto de vista técnico e artístico; escolhe a equipe técnica e o elenco; supervisiona a preparação da produção; escolhe locações, cenários, figurinos, cenografias e equipamentos; dirige ou supervisiona montagem, dublagem, confecção da trilha musical e sonora, e todo o processamento do filme até a cópia final; acompanha a confecção do trailer, do avant-trailer.
Diretor de Dublagem Assiste ao filme e sugere a escalação do elenco para a dublagem do filme; esquematiza a produção, programa nos horários de trabalho, orienta a interpretação e o sincronismo do Ator sobre sua imagem ou de outrem.
Diretor de Fotografia Interpreta com imagens o roteiro cinematográfico, sob a orientação do Diretor Cinematográfico; mantém o padrão técnico e artístico da imagem; durante a preparação do filme, seleciona e aprova o equipamento adequado ao trabalho, indicando e/ou aprovando os técnicos sob sua orientação, o tipo de negativo a ser adotado, os testes de equipamento, examina e aprova locações interiores e exteriores, cenários e vestuários; nas filmagens orienta o Operador de Câmera, Assistente de Câmera, Eletricistas, Maquinistas e supervisiona o trabalho do Continuista e do Maquiador, sob o ponto de vista fotográfico; no acabamento do filme, quando conveniente ou necessário, acompanha a cópia final, em laboratório, durante a marcação de luz.
Diretor de Produção Cinematográfica Mobiliza e administra recursos humanos, técnicos, artísticos e materiais para a realização do filme; racionaliza e viabiliza a execução do projeto, mediante análise técnica do roteiro, em conjunto com Diretor Cinematográfico ou seu Assistente; administra financeiramente a produção.
Editor de Áudio Encarrega-se da revisão e sincronização dos diálogos dublados; sincroniza as bandas internacionais e marca as correções a serem feitas na mixagem.
Eletricista de Cinema Encarrega-se da guarda, manutenção e adequada instalação do equipamento elétrico e de iluminação do filme, distribuindo de acordo com as indicações do Diretor de Fotografia; determina as especificações dos geradores a serem utilizados.
Figurante - Participa, individual ou coletivamente , como complementação de cena.
Figurisnista Cria e projeta os trajes e complementos usados pelo elenco e figuração, executando o projeto gráfico dos mesmos; indica os materiais a serem utilizados; acompanha, supervisiona e detalha a execução do projeto.
Fotógrafo de Cena Fotografa ,durante as filmagens, cenas do filme para efeito de divulgação e confecção de material publicitário; indica o material adequado ao seu trabalho; trabalha em conjunto com o Diretor Cinematográfico e o Diretor de Fotografia.
Guarda-Roupeiro Encarrega-se da conservação das peças de vestuário utilizadas no espetáculo ou produção, auxilia o elenco e a figuração a vestir as indumentárias, organiza a guarda e embalagem dos figurinos, em caso de viagem.
Letrista de Animação Executa os letreiros ou créditos para produções cinematográficas.
Maquiador de Cinema Encarrega-se da maquilagem ou caracterização do elenco e figuração de um filme, sob orientação do Diretor Cinematográfico, em comum acordo com o Diretor de Fotografia; indica os produtos a serem utilizados em seu trabalho.
Maquinista de Cinema Encarrega-se do apoio direto ao Operador de Câmera, Assistente de Câmera e Eletricista no que se refere ao material maquinária; instala e opera equipamentos destinados à fixação e/ou movimentação de câmera.
Marcador de Anéis Executa a marcação dos anéis de dublagem, no copião ou cópia de trabalho.
Microfonista Assiste o Técnico de Som; monta e desmonta o equipamento zelando, pelo seu bom estado; posiciona os microfones; confecciona os boletins de som.
Montador de Filme Cinematográfico Monta a estrutura do filme em sua forma definitiva, sob a orientação do Diretor Cinematográfico, a partir do material de imagem e som, usando seus recursos artísticos, técnicos e equipamentos específicos; zela pelo bom estado e conservação das pistas sonoras, faz o plano de mixagem, participando da mesma; orienta o Assistente de Montagem.
Montador de Negativo Monta negativos de filmes cinematográficos a partir do copião montado, respeitando os cortes e a marcação do Montador de Filme Cinematográfico.
Operador de Câmera Opera a câmera cinematográfica a partir das instruções do Diretor Cinematográfico e do Diretor de Fotografia; enquadra as cenas do filme; indica os focos e os movimentos de zoom e câmera.
Operador de Câmera de Animação Filma os desenhos em equipamento especial responsabilizando-se pela qualidade fotográfica do filme.
Operador de Gerador Encarrega-se da manipulação e operação do gerador e corrente elétrica durante as filmagens.
Operador de Vídeo Responsável pela qualidade de imagem no vídeo, operando os controles aumentando ou diminuindo o vídeo e pedestal, alinhando as câmeras, colocando os filtros adequados e corrigindo as aberturas de diafragma.
Operador de Telecine Opera projetores de telecine, comunicando-os de acordo com as necessidades de utilização; efetua ajustes operacionais nos projetores (foco, filamento e enquadramento).
Operador de Áudio Opera a mesa de audio durante gravações, respondendo por sua qualidade.
Pesquisador Cinematográfico Coleta e organiza dados e materiais, desenvolve pesquisas no sentido de preservação da memória cinematográfica, sob qualquer forma, quer fílmica, bibliográfica, fotográfica e outras.
Pintor Artístico Executa o trabalho de pintura dos cenários; prepara cartazes para utilização nos cenários; amplia quadros e telas; zela pela guarda e conservação dos materiais e instrumentos de trabalho, indispensáveis à execução de sua tarefa.
Projecionaista de Laboratório Opera projetor cinematográfico especialmente preparado para os trabalhos de estúdio de som.
Revisor de Filme Executa a revisão e reparo das cópias de filmes, verificando as condições materiais das mesmas, sob coordenação dos Arquivistas de Filmes.
Roteirista de Animação Cria, a partir de uma idéia, texto, ou obra literária, sob a forma de argumento ou roteiro de animação, narrativa com seqüências de ação, com ou sem diálogos, a partir do qual se realiza o filme de animação.
Roteirista Cinematográfico Cria ,a partir de uma idéia, texto ou obra literária, sob a forma de argumento ou roteiro cinematográfico, narrativa com seqüências de ação, com ou sem diálogos, a partir da qual se realiza o filme.
Técnico em Efeitos Especiais Cênicos Realiza e/ou opera, durante as filmagens, mecanismos que permitem a realização de cenas exigidas pelo roteiro cinematográfico, cujo efeito dá ao espectador convencimento da ação pretendida pelo Diretor Cinematográfico.
Técnico em Efeitos Especiais Óticos Realiza e elabora trucagens, durante as filmagens, com acessórios complementares à câmera, sem a utilização de laboratório de imagens ou truca.
Técnico de Finalização Cinematográfica Acompanha as trucagens e faz o tráfego de laboratórios, supervisionando a qualidade do material trabalhado, na área do filme publicitário.
Técnico de Manutenção Eletrônica Encarrega-se da conservação, manutenção e reparo do equipamento eletrônico de um estúdio de som.
Técnico de Manutenção de Equipamento Cinematográfico Responsável pelo bom andamento das máquinas, com profundo conhecimento de mecânica e/ou eletrônica cinematográfica.
Técnico Operador de Caracteres Opera os caracteres nos programas gravados , filmes, vinhetas, chamadas, conforme roteiro da produção.
Técnico Operador de Mixagens Encarrega-se de reunir, em uma única pista, todas as pistas sonoras de um filme, após submetê-las a vários processos de equalização sonora.
Técnico de Som Realiza a interpretação e registro durante as filmagens, dos sons requeridos pelo Diretor Cinematográfico, indica o material adequado ao seu trabalho e à equipe que o assiste; examina e aprova, do ponto de vista sonoro, as locações internas e externas, cenários e figurinos, orienta o microfonista, acompanha o acabamento do filme, a transcrição do material gravado para magnético perfurado, a miragem e a transcrição e a transcrição ótica.
Técnico de Tomada de Som Realiza a gravação de vozes, ruídos e músicas, em estúdio de som; opera a mesa de gravação; executa equalizações sonoras.
Técnico em Transferência Sonora Realiza a transferência de sons gravados em discos, fitas magnéticas ou negativo ótico; realiza testes de ajuste do equipamento e da qualidade do negativo ótico revelado.
Trucador Cinematográfico Executa trucagens óticas, realizando efeitos de imagem desejados pelo Diretor Cinematográfico; opera o equipamento denominado truca.
Animador Executa a visualização do roteiro, modelos dos personagens e os lay outs de cena, conforme orientação do Diretor de Animação.
Arquivista de Filmes Organiza, controla e mantém sob sua guarda filmes e material publicitário em arquivos apropriados; avalia e relata o estado do material publicitário em arquivos apropriados; avalia e relata o estado do material, coordenando os trabalhos de revisão e reparos das cópias, quando possível ou necessário, com o auxílio do Revisor.
Assistente de Animação Transfere para o acetato os lay outs do Animador e do Assistente de Animador.
Assistente de Animador Completa o planejamento de Animador intercalando os desenhos; faz pequenas animações.
Assitente de Câmera de Cinema Assiste o Operador de Câmera e o Diretor de Fotografia; monta e desmonta a câmera de cinema e seus acessórios; zela pelo bom estado deste equipamento, carrega e descarrega chassis, opera o foco, a zoom e o diafragma, redige os boletins de câmera, prepara o material a ser encaminhado ao laboratório, realiza os testes de verificação de equipamento.
Assitente de Cenografia Assiste o Cenógrafo em suas atribuições; coleta dados e realiza pesquisas relacionadas com o projeto cenográfico.
Assistente de Diretor Cinematográfico Assiste o Diretor Cinematográfico em suas atividades, desde a preparação da produção até o término das filmagens; coordena as comunicações entre o Diretor de Produção Cinematográfico e o conjunto da equipe e do elenco; colabora na análise técnica do roteiro, do plano e da programação diária de filmagens ou ordem do dia; supervisiona o recebimento e distribuição dos elementos requisitados na ordem do dia; coordena e dinamiza as atividades, visando o cumprimento da programação estabelecida.
Assistente de Montador Cinematográfico Encarrega-se da cordenação, classificação e sincronização do som e imagem do copião; executa os cortes indicados pelo Montador Cinematográfico; classifica e ordena as sobras de som e imagem; sincroniza as diversas pistas componentes da trilha sonora do filme.
Assistente de Montador de Negativo Assiste o Montador de Negativo em suas atribuições; prepara o material e equipamento a ser utilizado; acondiciona as sobras de material.
Assistente de Operador de Câmera de Animação Assiste o Operador de Câmera no processo de filmagens de animação.
Assitente de Produtor Cinematográfico Assiste o Diretor de Produção Cinematográfica no desempenho de suas funções.
Assitente de Revisor e Limpador Encarrega-se da revisão e limpeza de películas e fitas magnéticas.
Assistente de Trucador Assiste o Trucador Cinematográfico em suas atribuições.
Ator Cria, interpreta e representa uma ação dramática baseando-se em textos, estímulos visuais, sonoros e outros, previamente concebidos por um autor ou criados através de improvisações individuais ou coletivas; utiliza-se de recursos vocais, corporais e emocionais, apreendidos ou intuídos, com o objetivo de transmitir ao espectador o conjunto de idéias e ações dramáticas propostas; pode utilizar-se de recursos técnicos para manipular bonecos, títeres e congêneres; pode interpretar sobre a imagem ou a voz de outrem; ensaia buscando aliar a sua criatividade à do Diretor; atua em locais onde apresentam espetáculos de diversões públicas e/ou nos demais veículos de comunicação.
Auxiliar de Iluminador Presta auxílio direto ao Iluminador na operação dos sistemas de luz, transporte e montagem dos equipamentos. Cuida da limpeza e conservação dos equipamentos, materiais e instrumentos indispensáveis ao desempenho da função.
Auxiliar de Tráfego Encarrega-se do encaminhamento dos filmes aos seus devidos setores.
Carpinteiro Prepara material em madeira para cenografia e outras destinações.
Cenarista de Animação Executa os cenários necessários para cada plano, cena e seqüência da animação conforme os lay outs de cena e orietação do Chefe de Arte e do Diretor de Animação.
Cenógrafo Cria, projeta e supervisiona, de acordo com o espírito da obra, a realização, e montagem da todas as ambientações e espaços necessários à cena; determina os materiais necessários; dirige a preparação, montagem e remontagem das diversas unidades de trabalho. Nos filmes de longa metragem exerce, ainda, as funções de Diretor de Arte.
Cenotécnico Planeja, coordena, constrói, adapta e executa todos os detalhes de material, serviços e montagens do cenários, segundo maquetes, croquis e plantas fornecidas pelo Cenógrafo.
Chefe de Arte de Animação Coordena o trabalho dos Coloristas e da copiadora eletrostática.
Colador-Marcador de Sincronismo Tira as pontas de sincronismo, ao mesmo tempo em que faz a marca do ponto sincrônico do anel anterior, colocando, por meio de emendas, o rolo de filme e de magnético em seu estado original.
Colorista de Animação Colore os desenhos impressos no acetato sob a supervisão do Chefe de Arte.
Conferente de Animação Confere o trabalho dos Coloristas; auxilia na filmagem; cuida do mapa de animação e dá ordem dos desenhos e cenários, separando-os por planos e cenas.
Continuísta de Cinema Assiste o Diretor Cinematográfico no que se refere ao encandeamento e continuidade da narrativa, cenários, figurinos, adereços, maquilagem, penteados, luz, ambiente, profundidade de campo, altura e distância da câmera; elabora boletins de continuidade e controla os de som e de câmera; anota diálogos, ações, minutagens, dados de câmera e horário das tomadas; prepara a claquete; informa a produção dos gastos diários de negativo e fita magnética.
Contra-Regra de Cena Encarrega-se da guarda, conservação e colocação dos objetos de cena sob orientação do Cenógrafo.
Cortador-Colador de Anéis Corta os trechos marcados do copião ou cópia do trabalho seguindo a numeração feita pelo Marcador de Anéis.
Diretor de Animação Cria o planejamento de animação do filme, os lay outs de cena, guias de animação, movimentos de câmera; supervisiona o processo de produção, inclusive trilha sonora; é o responsável pela qualidade do filme.
Diretor de Arte Cria, conceitua, planeja e supervisona a produção de todos os componentes visuais de um filme ou espetáculo; traduz em formas concretas as relações dramáticas imaginadas pelo Diretor Cinematográfico e sugeridas pelo roteiro; define a construção plástico-emocional de cada cena e de cada personagem dentro do contexto geral do espetáculo; verifica e elege as locações; as texturas, a cor e os efeitos visuais desejados, junto ao Diretor Cinematográfico e ao Diretor de Fotografia; define e conceitua o espetáculo estabelecendo as bases sob as quais trabalharão o Cenógrafo, o Figurinista, o Maquiador, o Técnico em Efeitos Especiais Cênicos, os gráficos e os demais profissionais necessários supervisionando-os durante as diversas fases de desenvolvimento do projeto.
Diretor de Arte de Animação Responsável pelo visual gráfico dos filmes de animação; cria os personagens e os cenários do filme.
Diretor Cinematográfico Cria a obra cinematográfica, supervisionando e dirigindo sua execução, utilizando recursos humanos , técnicos e artísticos; dirige artisticamente e técnicamente a equipe e elenco; analisa e interpreta o roteiro do filme, adequando-o à realização cinematográfica sob o ponto de vista técnico e artístico; escolhe a equipe técnica e o elenco; supervisiona a preparação da produção; escolhe locações, cenários, figurinos, cenografias e equipamentos; dirige ou supervisiona montagem, dublagem, confecção da trilha musical e sonora, e todo o processamento do filme até a cópia final; acompanha a confecção do trailer, do avant-trailer.
Diretor de Dublagem Assiste ao filme e sugere a escalação do elenco para a dublagem do filme; esquematiza a produção, programa nos horários de trabalho, orienta a interpretação e o sincronismo do Ator sobre sua imagem ou de outrem.
Diretor de Fotografia Interpreta com imagens o roteiro cinematográfico, sob a orientação do Diretor Cinematográfico; mantém o padrão técnico e artístico da imagem; durante a preparação do filme, seleciona e aprova o equipamento adequado ao trabalho, indicando e/ou aprovando os técnicos sob sua orientação, o tipo de negativo a ser adotado, os testes de equipamento, examina e aprova locações interiores e exteriores, cenários e vestuários; nas filmagens orienta o Operador de Câmera, Assistente de Câmera, Eletricistas, Maquinistas e supervisiona o trabalho do Continuista e do Maquiador, sob o ponto de vista fotográfico; no acabamento do filme, quando conveniente ou necessário, acompanha a cópia final, em laboratório, durante a marcação de luz.
Diretor de Produção Cinematográfica Mobiliza e administra recursos humanos, técnicos, artísticos e materiais para a realização do filme; racionaliza e viabiliza a execução do projeto, mediante análise técnica do roteiro, em conjunto com Diretor Cinematográfico ou seu Assistente; administra financeiramente a produção.
Editor de Áudio Encarrega-se da revisão e sincronização dos diálogos dublados; sincroniza as bandas internacionais e marca as correções a serem feitas na mixagem.
Eletricista de Cinema Encarrega-se da guarda, manutenção e adequada instalação do equipamento elétrico e de iluminação do filme, distribuindo de acordo com as indicações do Diretor de Fotografia; determina as especificações dos geradores a serem utilizados.
Figurante - Participa, individual ou coletivamente , como complementação de cena.
Figurisnista Cria e projeta os trajes e complementos usados pelo elenco e figuração, executando o projeto gráfico dos mesmos; indica os materiais a serem utilizados; acompanha, supervisiona e detalha a execução do projeto.
Fotógrafo de Cena Fotografa ,durante as filmagens, cenas do filme para efeito de divulgação e confecção de material publicitário; indica o material adequado ao seu trabalho; trabalha em conjunto com o Diretor Cinematográfico e o Diretor de Fotografia.
Guarda-Roupeiro Encarrega-se da conservação das peças de vestuário utilizadas no espetáculo ou produção, auxilia o elenco e a figuração a vestir as indumentárias, organiza a guarda e embalagem dos figurinos, em caso de viagem.
Letrista de Animação Executa os letreiros ou créditos para produções cinematográficas.
Maquiador de Cinema Encarrega-se da maquilagem ou caracterização do elenco e figuração de um filme, sob orientação do Diretor Cinematográfico, em comum acordo com o Diretor de Fotografia; indica os produtos a serem utilizados em seu trabalho.
Maquinista de Cinema Encarrega-se do apoio direto ao Operador de Câmera, Assistente de Câmera e Eletricista no que se refere ao material maquinária; instala e opera equipamentos destinados à fixação e/ou movimentação de câmera.
Marcador de Anéis Executa a marcação dos anéis de dublagem, no copião ou cópia de trabalho.
Microfonista Assiste o Técnico de Som; monta e desmonta o equipamento zelando, pelo seu bom estado; posiciona os microfones; confecciona os boletins de som.
Montador de Filme Cinematográfico Monta a estrutura do filme em sua forma definitiva, sob a orientação do Diretor Cinematográfico, a partir do material de imagem e som, usando seus recursos artísticos, técnicos e equipamentos específicos; zela pelo bom estado e conservação das pistas sonoras, faz o plano de mixagem, participando da mesma; orienta o Assistente de Montagem.
Montador de Negativo Monta negativos de filmes cinematográficos a partir do copião montado, respeitando os cortes e a marcação do Montador de Filme Cinematográfico.
Operador de Câmera Opera a câmera cinematográfica a partir das instruções do Diretor Cinematográfico e do Diretor de Fotografia; enquadra as cenas do filme; indica os focos e os movimentos de zoom e câmera.
Operador de Câmera de Animação Filma os desenhos em equipamento especial responsabilizando-se pela qualidade fotográfica do filme.
Operador de Gerador Encarrega-se da manipulação e operação do gerador e corrente elétrica durante as filmagens.
Operador de Vídeo Responsável pela qualidade de imagem no vídeo, operando os controles aumentando ou diminuindo o vídeo e pedestal, alinhando as câmeras, colocando os filtros adequados e corrigindo as aberturas de diafragma.
Operador de Telecine Opera projetores de telecine, comunicando-os de acordo com as necessidades de utilização; efetua ajustes operacionais nos projetores (foco, filamento e enquadramento).
Operador de Áudio Opera a mesa de audio durante gravações, respondendo por sua qualidade.
Pesquisador Cinematográfico Coleta e organiza dados e materiais, desenvolve pesquisas no sentido de preservação da memória cinematográfica, sob qualquer forma, quer fílmica, bibliográfica, fotográfica e outras.
Pintor Artístico Executa o trabalho de pintura dos cenários; prepara cartazes para utilização nos cenários; amplia quadros e telas; zela pela guarda e conservação dos materiais e instrumentos de trabalho, indispensáveis à execução de sua tarefa.
Projecionaista de Laboratório Opera projetor cinematográfico especialmente preparado para os trabalhos de estúdio de som.
Revisor de Filme Executa a revisão e reparo das cópias de filmes, verificando as condições materiais das mesmas, sob coordenação dos Arquivistas de Filmes.
Roteirista de Animação Cria, a partir de uma idéia, texto, ou obra literária, sob a forma de argumento ou roteiro de animação, narrativa com seqüências de ação, com ou sem diálogos, a partir do qual se realiza o filme de animação.
Roteirista Cinematográfico Cria ,a partir de uma idéia, texto ou obra literária, sob a forma de argumento ou roteiro cinematográfico, narrativa com seqüências de ação, com ou sem diálogos, a partir da qual se realiza o filme.
Técnico em Efeitos Especiais Cênicos Realiza e/ou opera, durante as filmagens, mecanismos que permitem a realização de cenas exigidas pelo roteiro cinematográfico, cujo efeito dá ao espectador convencimento da ação pretendida pelo Diretor Cinematográfico.
Técnico em Efeitos Especiais Óticos Realiza e elabora trucagens, durante as filmagens, com acessórios complementares à câmera, sem a utilização de laboratório de imagens ou truca.
Técnico de Finalização Cinematográfica Acompanha as trucagens e faz o tráfego de laboratórios, supervisionando a qualidade do material trabalhado, na área do filme publicitário.
Técnico de Manutenção Eletrônica Encarrega-se da conservação, manutenção e reparo do equipamento eletrônico de um estúdio de som.
Técnico de Manutenção de Equipamento Cinematográfico Responsável pelo bom andamento das máquinas, com profundo conhecimento de mecânica e/ou eletrônica cinematográfica.
Técnico Operador de Caracteres Opera os caracteres nos programas gravados , filmes, vinhetas, chamadas, conforme roteiro da produção.
Técnico Operador de Mixagens Encarrega-se de reunir, em uma única pista, todas as pistas sonoras de um filme, após submetê-las a vários processos de equalização sonora.
Técnico de Som Realiza a interpretação e registro durante as filmagens, dos sons requeridos pelo Diretor Cinematográfico, indica o material adequado ao seu trabalho e à equipe que o assiste; examina e aprova, do ponto de vista sonoro, as locações internas e externas, cenários e figurinos, orienta o microfonista, acompanha o acabamento do filme, a transcrição do material gravado para magnético perfurado, a miragem e a transcrição e a transcrição ótica.
Técnico de Tomada de Som Realiza a gravação de vozes, ruídos e músicas, em estúdio de som; opera a mesa de gravação; executa equalizações sonoras.
Técnico em Transferência Sonora Realiza a transferência de sons gravados em discos, fitas magnéticas ou negativo ótico; realiza testes de ajuste do equipamento e da qualidade do negativo ótico revelado.
Trucador Cinematográfico Executa trucagens óticas, realizando efeitos de imagem desejados pelo Diretor Cinematográfico; opera o equipamento denominado truca.
Filmando no Brasil
Os Procedimentos Legais
Como na maioria dos países, no Brasil existem leis regulando as circunstâncias sob as quais é permitido o trabalho de estrangeiros, como também regras rígidas relativas à admissão temporária de equipamento.
Se estas leis não forem observadas, você poderá enfrentar sérios problemas legais, bem como prejuízos.
Os Procedimentos Básicos
Para filmar no Brasil, por lei, você deve contratar uma companhia Brasileira com registro junto a ANCINE - Agência Nacional de Cinema. Para iniciar seu processo, a primeira coisa que você deverá fazer será enviar uma sinopse de seu projeto para a companhia de produção brasileira. Baseado nessa sinopse, um orçamento é estabelecido e um contrato entre você e a companhia brasileira é assinado.
Em seguida, você deverá fornecer uma relação de todos técnicos estrangeiros e as datas estimadas de suas chegadas e partidas. Essa relação deverá conter seus nomes, funções, nacionalidades, número de passaporte (por favor inclua uma fotocópia das primeiras páginas) e salários.
Essa relação deverá ser endossada pelo SINDCINE e pela ANCINE - Agência Nacional de Cinema.
O Ministério do Trabalho obriga o pagamento de uma taxa, correspondente a 10%(dez por cento) de todas as despesas com os técnicos estrangeiros, para o Sindicato competente.
Para cada três técnicos estrangeiros trabalhando no Brasil, você deverá, obrigatoriamente, contratar dois técnicos brasileiros.
Os contratos de seus empregados locais deverão ser registrados junto ao Sindicato competente e ao Ministério do Trabalho, pela companhia de produção brasileira.
Depois do projeto receber a aprovação da Agência Nacional de Cinema (ANCINE), o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) autorizará o Consulado Brasileiro (no país de origem da equipe) a conceder o visto temporário de trabalho para a equipe estrangeira.
Equipamento
Você deverá fazer uma relação completa e pormenorizada do equipamento, declarando número de série e valor de todos os artigos. É preferível que você agrupe essas informações de acordo com a lista de embalagem de suas caixas. Depois de ter esta lista carimbada por sua Câmara de Comércio, envie-a para sua companhia de produção brasileira, de forma que ela possa começar o processo para obtenção da admissão temporária.
Jurisdição do SINDCINE - São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Groso do Sul, Goiás, Tocantins e Distrito Federal.
Endereço
Rua Coronel Artur de Godói, 218 Vila Mariana São Paulo SP Brazil, CEP 04018 050, Tel. (55 11) 5539 0955, Fax (55 11) 5575 8085.
Como na maioria dos países, no Brasil existem leis regulando as circunstâncias sob as quais é permitido o trabalho de estrangeiros, como também regras rígidas relativas à admissão temporária de equipamento.
Se estas leis não forem observadas, você poderá enfrentar sérios problemas legais, bem como prejuízos.
Os Procedimentos Básicos
Para filmar no Brasil, por lei, você deve contratar uma companhia Brasileira com registro junto a ANCINE - Agência Nacional de Cinema. Para iniciar seu processo, a primeira coisa que você deverá fazer será enviar uma sinopse de seu projeto para a companhia de produção brasileira. Baseado nessa sinopse, um orçamento é estabelecido e um contrato entre você e a companhia brasileira é assinado.
Em seguida, você deverá fornecer uma relação de todos técnicos estrangeiros e as datas estimadas de suas chegadas e partidas. Essa relação deverá conter seus nomes, funções, nacionalidades, número de passaporte (por favor inclua uma fotocópia das primeiras páginas) e salários.
Essa relação deverá ser endossada pelo SINDCINE e pela ANCINE - Agência Nacional de Cinema.
O Ministério do Trabalho obriga o pagamento de uma taxa, correspondente a 10%(dez por cento) de todas as despesas com os técnicos estrangeiros, para o Sindicato competente.
Para cada três técnicos estrangeiros trabalhando no Brasil, você deverá, obrigatoriamente, contratar dois técnicos brasileiros.
Os contratos de seus empregados locais deverão ser registrados junto ao Sindicato competente e ao Ministério do Trabalho, pela companhia de produção brasileira.
Depois do projeto receber a aprovação da Agência Nacional de Cinema (ANCINE), o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) autorizará o Consulado Brasileiro (no país de origem da equipe) a conceder o visto temporário de trabalho para a equipe estrangeira.
Equipamento
Você deverá fazer uma relação completa e pormenorizada do equipamento, declarando número de série e valor de todos os artigos. É preferível que você agrupe essas informações de acordo com a lista de embalagem de suas caixas. Depois de ter esta lista carimbada por sua Câmara de Comércio, envie-a para sua companhia de produção brasileira, de forma que ela possa começar o processo para obtenção da admissão temporária.
Jurisdição do SINDCINE - São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Groso do Sul, Goiás, Tocantins e Distrito Federal.
Endereço
Rua Coronel Artur de Godói, 218 Vila Mariana São Paulo SP Brazil, CEP 04018 050, Tel. (55 11) 5539 0955, Fax (55 11) 5575 8085.
TABELA DE PISO SALARIAL PARA PROFISSIONAIS DE CINEMA
TABELA DE PISO SALARIAL PARA PROFISSIONAIS EM LONGA,MÉDIA E CURTA METRAGEM - 2008
(na ordem: Função, R$ e Pagamento)
01 – DIRETOR CINEMATOGRÁFICO
2.321,83
Por Semana
02 – 1º ASSISTENTE DE DIREÇÃO
1.025,13
Por Semana
03 – 2º ASSISTENTE DE DIREÇÃO
579,85
Por Semana
04 – CONTINUISTA
855,09
Por Semana
05 – ROTERISTA (PELO ROTEIRO DE UM LONGA-METRAGEM)
19.059,13
Pelo Roteiro
06 – PESQUISADOR CINEMATOGRÁFICO
1.404,35
Por Semana
07 – PRODUTOR EXECUTIVO
2.058,83
Por Semana
08 – DIRETOR DE PRODUÇÃO
1.532,80
Por Semana
09 – 1º ASSISTENTE DE PRODUÇÃO
855,09
Por Semana
10 – 2º ASSISTENTE DE PRODUÇÃO
579,85
Por Semana
11 – CONTRA-REGRA
395,14
Por Semana
12 – SECRETÁRIA DE PRODUÇÃO
579,85
Por Semana
13 – DIRETOR DE FOTOGRAFIA
1.532,80
Por Semana
14 – DIRETOR DE FOTOGRAFIA / OPERADOR DE CAMERA
2.058,83
Por Semana
15 – OPERADOR DE CAMERA
1.404,35
Por Semana
15.1 – OPERADOR DE HD
1.404,35
Por Semana
16 – 1º ASSISTENTE DE CAMERA
1.088,75
Por Semana
17 – 2º ASSISTENTE DE CAMERA
654,48
Por Semana
18 – OPERADOR DE VÍDEO ASSISTENTE
395,14
Por Semana
19 – FOTOGRAFO DE CENA (STILL)
654,48
Por Semana
20 – ELETRICISTA OU MAQUINISTA CHEFE
1.088,75
Por Semana
21 – ELETRICISTA OU MAQUINISTA
855,09
Por Semana
22 – TÉCNICO DE EFEITOS ESPECIAIS
1.088,75
Por Semana
23 – OPERADOR DE GERADOR
855,09
Por Semana
24 – DIRETOR DE ARTE
1.532,80
Por Semana
25 – CENOGRAFO
1.404,35
Por Semana
26 – FIGURINISTA
1.404,35
Por Semana
27 – ASSISTENTE DE CENOGRAFO
654,48
Por Semana
28 – ASSISTENTE DE FIGURINISTA
855,09
Por Semana
29 – CENOTECNICO
855,09
Por Semana
30 – ASSISTENTE CENOTECNICO
579,85
Por Semana
31 – ADERECISTA
654,48
Por Semana
32 – CABELELEIRO
855,09
Por Semana
32.1 – MAQUIADOR
855,09
Por Semana
33 – MAQUIADOR DE EFEITOS ESPECIAIS
1.025,13
Por Semana
34 – ASSISTENTE DE MAQUIADOR
395,14
Por Semana
34.1 – ASSISTENTE DE CABELEIREIRO
395,14
Por Semana
35 – CAMAREIRO OU GUARDA ROUPEIRO
577,40
Por Semana
36 – COSTUREIRA
395,14
Por Semana
37 – MARCENEIRO
444,06
Por Semana
38 – PINTOR
444,06
Por Semana
39 – TECNICO DE SOM DIRETO
1.532,80
Por Semana
40 – TECNICO DE SOM GUIA
1.025,13
Por Semana
41 – MICROFONISTA
855,09
Por Semana
42 – EDITOR / MONTADOR
1.532,80
Por Semana
43 – ASSISTENTE DE EDITOR / MONTADOR
654,48
Por Semana
44 – DIRETOR DE ANIMAÇÃO
2.058,83
Por Semana
45 – ANIMADOR
1.305,27
Por Semana
46 – ARTE-FINALISTA
1.404,35
Por Semana
47 – ASSISTENTE DE DIRETOR DE ANIMAÇÃO
473,42
Por Semana
48 – ASSISTENTE DE ANIMAÇÃO
395,14
Por Semana
49 – ASSISTENTE DE ANIMADOR
374,34
Por Semana
50 – ESTAGIARIO
128,45
Por Semana
(na ordem: Função, R$ e Pagamento)
01 – DIRETOR CINEMATOGRÁFICO
2.321,83
Por Semana
02 – 1º ASSISTENTE DE DIREÇÃO
1.025,13
Por Semana
03 – 2º ASSISTENTE DE DIREÇÃO
579,85
Por Semana
04 – CONTINUISTA
855,09
Por Semana
05 – ROTERISTA (PELO ROTEIRO DE UM LONGA-METRAGEM)
19.059,13
Pelo Roteiro
06 – PESQUISADOR CINEMATOGRÁFICO
1.404,35
Por Semana
07 – PRODUTOR EXECUTIVO
2.058,83
Por Semana
08 – DIRETOR DE PRODUÇÃO
1.532,80
Por Semana
09 – 1º ASSISTENTE DE PRODUÇÃO
855,09
Por Semana
10 – 2º ASSISTENTE DE PRODUÇÃO
579,85
Por Semana
11 – CONTRA-REGRA
395,14
Por Semana
12 – SECRETÁRIA DE PRODUÇÃO
579,85
Por Semana
13 – DIRETOR DE FOTOGRAFIA
1.532,80
Por Semana
14 – DIRETOR DE FOTOGRAFIA / OPERADOR DE CAMERA
2.058,83
Por Semana
15 – OPERADOR DE CAMERA
1.404,35
Por Semana
15.1 – OPERADOR DE HD
1.404,35
Por Semana
16 – 1º ASSISTENTE DE CAMERA
1.088,75
Por Semana
17 – 2º ASSISTENTE DE CAMERA
654,48
Por Semana
18 – OPERADOR DE VÍDEO ASSISTENTE
395,14
Por Semana
19 – FOTOGRAFO DE CENA (STILL)
654,48
Por Semana
20 – ELETRICISTA OU MAQUINISTA CHEFE
1.088,75
Por Semana
21 – ELETRICISTA OU MAQUINISTA
855,09
Por Semana
22 – TÉCNICO DE EFEITOS ESPECIAIS
1.088,75
Por Semana
23 – OPERADOR DE GERADOR
855,09
Por Semana
24 – DIRETOR DE ARTE
1.532,80
Por Semana
25 – CENOGRAFO
1.404,35
Por Semana
26 – FIGURINISTA
1.404,35
Por Semana
27 – ASSISTENTE DE CENOGRAFO
654,48
Por Semana
28 – ASSISTENTE DE FIGURINISTA
855,09
Por Semana
29 – CENOTECNICO
855,09
Por Semana
30 – ASSISTENTE CENOTECNICO
579,85
Por Semana
31 – ADERECISTA
654,48
Por Semana
32 – CABELELEIRO
855,09
Por Semana
32.1 – MAQUIADOR
855,09
Por Semana
33 – MAQUIADOR DE EFEITOS ESPECIAIS
1.025,13
Por Semana
34 – ASSISTENTE DE MAQUIADOR
395,14
Por Semana
34.1 – ASSISTENTE DE CABELEIREIRO
395,14
Por Semana
35 – CAMAREIRO OU GUARDA ROUPEIRO
577,40
Por Semana
36 – COSTUREIRA
395,14
Por Semana
37 – MARCENEIRO
444,06
Por Semana
38 – PINTOR
444,06
Por Semana
39 – TECNICO DE SOM DIRETO
1.532,80
Por Semana
40 – TECNICO DE SOM GUIA
1.025,13
Por Semana
41 – MICROFONISTA
855,09
Por Semana
42 – EDITOR / MONTADOR
1.532,80
Por Semana
43 – ASSISTENTE DE EDITOR / MONTADOR
654,48
Por Semana
44 – DIRETOR DE ANIMAÇÃO
2.058,83
Por Semana
45 – ANIMADOR
1.305,27
Por Semana
46 – ARTE-FINALISTA
1.404,35
Por Semana
47 – ASSISTENTE DE DIRETOR DE ANIMAÇÃO
473,42
Por Semana
48 – ASSISTENTE DE ANIMAÇÃO
395,14
Por Semana
49 – ASSISTENTE DE ANIMADOR
374,34
Por Semana
50 – ESTAGIARIO
128,45
Por Semana
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